quarta-feira, 7 de março de 2018

Stonehenge

quarta-feira, 7 de março de 2018

Stonehenge é um "lugar sagrado em pilares de pedra", o famoso monumento de 4.000 anos no Sul da Inglaterra. Um tipo de arenito muito duro. Os blocos de pedra medem 4 metros de altura e são denominados menires; encimados pro enormes pedras horizontais, dolmens, formam um enorme círculo contínuo com aberturas regulares entre as pedras.
Arqueólogos estudam se as rochas antigas estavam perfeitamente fechadas ou é inerentemente um defeito circular hoje. 

 

O círculo foi deliberadamente alinhado com o nascer do sol do solstício de verão, o amanhecer do dia mais longo do ano, como blocos de até 50 toneladas cada um.

 

O astrônomo Sir Fred Hoyle declarou que Stonehenge é um computador pré-histórico, gramado para prever os eclipses do sol e da lua.

Ninguém sabe exatamente o que é Stonehenge. No entanto, hoje temos conhecimento de quando foi construído e como. Recente estudo feito pela Associação Arqueológica de Wessex resolve as discussões sobre a idade de Stonehenge. Tudo começou logo após o ano 3000 a.C., numa área circular delimitada por pequena encosta com grande fosso externo. “No ano 2600 a.C., enormes pedras retangulares foram trazidas das Montanhas Preseli, situadas a cerca de 217 quilômetros dali”, diz Andrew Lawson, diretor da Associação.

O anel externo e a arcada interna foram feitos de blocos de arenito provenientes das Planícies MarIborough, situadas 40 quilômetros ao norte. Os maiores dolmens da arcada interna, chamados de trilithons, são constituídos por dois pilares denominados megálitos e uma pedra colocada sobre o topo. Os megálitos têm aproximadamente 7 metros de altura e pesam até 50 toneladas. Acredita-se que foram construídos por volta do ano 2400 a.C.
Quando prepararam as pedras, os criadores de Stonehenge fizeram pequena elevação no meio das colunas, técnica que na Grécia, 1500 anos mais tarde, seria chamada de êntase. Contrariando o efeito de distorção da paisagem, a êntase faz a aresta de uma coluna parecer perfeitamente reta.

A força bruta, no entanto, não foi suficiente para erguer as pedras. Para alcançar seu objetivo, Whitby teve de pensar como os construtores originais. “Esses rapazes da Idade da Pedra eram engenhosos”, admite Whitby. Uma dica importante foi o formato do buraco onde fica a coluna maior. Ele era vertical, com um dos lados fortemente inclinado. Whitby construiu uma rampa perto do buraco e mandou que puxassem a enorme pedra sobre ela, até que a terça parte da pedra se projetasse sobre o buraco. Pesados fragmentos de rocha foram colocados sobre o bloco de pedra e empurrados para sua extremidade. Momentos depois, o peso desses fragmentos fez o imenso bloco se inclinar e cair dentro do buraco abaixo dele.

Uma vez erguido o segundo bloco, a viga transversal foi arrastada sobre a rampa mais íngreme. Os três blocos se adaptaram de maneira impecável e formaram a perfeita arcada do século 20. Whitby acredita ter solucionado o problema. “Com 140 pessoas, eu poderia construir Stonehenge em menos de 20 anos."
 
 
 

terça-feira, 6 de março de 2018

Pedras de Puma Punku

terça-feira, 6 de março de 2018
Puma Punku, que significa “A Porta da Puma” em Aymara, é parte de um gigantesco complexo de templos em Tiwanaku, um dos mais importantes sítios arqueológicos da Bolívia. Estudiosos das culturas andinas afirmam que esta civilização foi uma importante precursora do império Inca. A região surgiu como uma grande área de atividade econômica, religiosa e política próxima ao lago Titicaca. Um primeiro olhar sobre Puma Punku faz com que não seja possível imaginar como tudo aquilo foi construído por uma civilização que ainda não tinha algumas tecnologias essenciais, como a roda. Os cortes são precisos, os ângulos das pedras são retos e os blocos parecem terem sido cortados em série ou com equipamentos elétricos. No entanto, testes de carbono apontam que a construção deve ter ocorrido entre 300 d.C. e 500 d.C.


E, não precisa ser nenhum especialista para enxergar a diferença de arquitetura – comparada às outras civilizações antigas –, como a Inca e Maia, por exemplo. Puma Punku é muito diferente e tem uma arquitetura única. Esta ruína é um dos maiores enigmas da América do Sul, sua linha de criação é, ainda, muito incompreendida pelos pesquisadores. Portanto, para quem é fissurado em civilização antiga, história e ufologia, precisa conhecer Puma Punku.


Para os interessados em se aprofundar no assunto, segue um vídeo do History Channel sobre Puma Punku. É muito interessante.



As construções superam as pirâmides do Egito em sua complexidade: são feitas de rochas super resistentes, como o arenito e o andesito, que mesmo hoje em dia, são difíceis de cortar com os nossos modernos equipamentos.


 




Os cortes são ultra-precisos e parecem até que foram feitos a laser, com ângulos retos perfeitos e blocos que parecem ter sido cortados em série, e se encaixam milimetricamente, sem nenhuma falha ou mínima fenda, como em uma construção pré-fabricada, ou um grande 'Lego'!



No entanto, cientistas acreditam que foram utilizados métodos um tanto simples pra sua construção.


Os pesquisadores não conseguem explicar definitivamente como tudo foi feito, afinal, as civilizações da época não costumavam utilizar ferramentas mais sofisticadas do que cinzel (um tipo de talhadeira) e martelo.

Com essas ferramentas eles até poderiam, com muito esforço, cortar as pedras de arenito, mas não conseguiriam nem lascar o andesito, que é muito mais resistente. E pra complicar ainda mais, as rochas foram cortadas com precisão cirúrgica, aplainadas perfeitamente e se encaixam milimetricamente, algo que mesmo com nossa tecnologia atual seria muito difícil de fazer ...

Claro que todo esse mistério é um "prato cheio" pras teorias envolvendo ETs! São várias hipóteses levantadas, e a teoria mais popular, que poderia explicar melhor toda essa história, se baseia nos livros do famoso escritor Erich von Däniken, que é praticamente um "guru" dos entusiastas de extraterrestres.

A ideia é que astronautas alienígenas teriam visitado a Terra há milênios atrás, e provavelmente até interagido com os antigos povos, inspirando direta ou indiretamente, a maior parte das religiões, templos e crenças das civilizações antigas do mundo todo, desde os egípcios antigos até as culturas pré colombianas.

Já os cientistas mais tradicionais tentam explicar Puma Punku de uma forma mais simples: eles encontraram evidências de ferramentas que seriam feitas de uma liga metálica de níquel e arsênico, que seriam capazes de cortar as pedras. Também conseguem explicar parcialmente outros detalhes intrigantes, como o transporte das pedras e como a construção teria sido feita basicamente.

Porém são muitas lacunas ainda abertas e sem explicação: a precisão dos cortes, o encaixe perfeito (que mesmo hoje seria quase impossível fazer), os entalhes precisos, as pedras de superfície polida perfeitamente que brilham como metal... esses e outros mistérios de Puma Punku ainda não foram revelados através da ciência tradicional [confira os 10 incríveis mistérios que a ciência não consegue explicar].

Testes de carbono apontam que a construção deve ter ocorrido entre 300 d.C. e 500 d.C, mas até isso é alvo de controvérsias. Quem quer que tenha construído Puma Punku conseguiu intrigar o mundo até hoje, e no fim, tudo é tão misterioso que fica mesmo fácil querer apelar a ideias mais "exóticas" pra explicar tudo. E você, apostaria em civilizações esforçadas e inventivas ou em construtores ETs que vieram nos visitar?

http://www.curtoecurioso.com/2015/03/o-enigma-de-puma-punku-ele-pode-te.html

Pedras que 'andam' deixando rastro


Um fenômeno misterioso atrai turistas a um parque na Califórnia, nos EUA. Na Racetrack Playa, em Death Valley, diversas pedras se movimentam e deixam um claro rastro no solo.

 

Uma vez no leito seco do lago, elas se movem – algumas “viajaram” por até 450 metros. Há também aquelas que se movimentam em pares, deixando dois rastros tão sincronizados que parecem ter sido feitos por um carro. 
 

Segundo a Nasa (agência espacial americana), ninguém viu as pedras se movendo de fato, mas a mudança de posição e as trilhas que elas deixam têm intrigado cientistas desde os anos 1940.


“As explicações mais óbvias – ação de animais, gravidade ou tremores de terra—foram descartadas, deixando espaço para várias especulações ao longo dos anos”, afirma a agência em seu site.

Uma das teorias mais aceitas sugere que uma rara combinação de condições de chuva e vento é responsável pelo fenômeno. Segundo uma pesquisa, a chuva molha a superfície do solo, deixando-o firme, mas escorregadio, enquanto ventos fortes empurram as pedras.


http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/05/pedras-que-andam-e-deixam-rastro-intrigam-turistas-em-vale-dos-eua.html

Fusão de estrelas de nêutrons é observada em luz e ondas gravitacionais

SÃO PAULO - Um grupo grande internacional de cientistas anunciou nesta segunda-feira, 16 de outubro 2017, a detecção histórica de um conjunto de fenômenos astrofísicos nunca antes observados. Os pesquisadores conseguiram flagrar a colisão de um par de estrelas de nêutrons - um dos eventos mais violentos do Universo - que produziu, ao mesmo tempo, a emissão de ondas gravitacionais, de uma poderosa torrente de raios gama e uma explosão luminosa um bilhão de vezes mais brilhante do que o Sol.

De acordo com os cientistas, pela primeira vez um evento cósmico foi observado ao mesmo tempo a partir da luz e das ondas gravitacionais por ele produzidas. Os fenômenos foram identificados por observatórios de raios gama e de ondas gravitacionais, e acompanhados por mais de 70 telescópios espalhados pela Terra e pelo espaço. 

O anúncio da nova descoberta foi feito simultaneamente por cientistas do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), em Garching, na Alemanha e no Observatório do Paranal, também operado pelo ESO no deserto do Atacama, no Chile, da União Astronômica Internacional (IAU) e do observatório de Ondas Gravitacionais por Interferometria a Laser (Ligo, na sigla em inglês). Os estudos científicos que descrevem e interpretam as novas observações foram publicados nas revistas Science, Nature, Physical Review Letters e The Astrophysical Journal. 

“O que é incrível nessa descoberta é que pela primeira vez temos um quadro completo de um dos eventos mais violentos e cataclísmicos do universo. Esse foi o mais intenso trabalho de observação já feito”, disse o diretor executivo do Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferometria a Laser (Ligo), Dave Reitze, durante o evento na Alemanha.



Segundo Reitze, as estrelas de nêutrons são as menores e mais densas estrelas conhecidas. Elas podem ter cerca de 20 quilômetros de diâmetro, apenas, mas têm mais massa que o Sol e seu interior é tão denso que uma colher de chá desse material tem a massa equivalente a um bilhão de toneladas. 

"A história que estamos contando aqui é mais completa que a de qualquer outro evento astronômico já observado na história. Com informações tanto sobre as ondas gravitacionais como sobre as ondas eletromagnéticas (como a luz visível, o infravermelho e o raio-X) - que são fenômenos completamente diferentes, é como se tivéssemos sido capazes de ver e ouvir o mesmo evento pela primeira vez", disse um dos participantes das pesquisas, Gregg Hallinan, da Caltech.

De acordo com outro participante, o cientista Tony Piro, da Carnegie Institution for Science, a nova observação é revolucionária para a ciência. "A capacidade de estudar o mesmo evento tanto pelas ondas gravitacionais como pela luz é uma verdadeira revolução na astronomia. Nós agora podemos estudar o Universo com dois tipos de sondas, o que nos ensinará coisas que nunca saberíamos se utilizássemos só a luz ou só as ondas gravitacionais", declarou Piro.

Previstas pelo físico Albert Einstein em 1915, as ondas gravitacionais surgem quando corpos muito grandes e acelerados produzem distorções na geometria do espaço-tempo, de maneira semelhante às ondulações produzidas por uma pedra atirada na água.

No entanto, só um século depois, em 2015, foi possível observá-las pela primeira vez e comprovar sua existência. Em setembro daquele ano, as ondas gravitacionais foram no Ligo, a partir da fusão entre dois buracos negros em galáxias distantes. O feito rendeu o Nobel da Física de 2017 ao alemão naturalizado americano Rainer Weiss e aos americanos Barry Barish e Kip Thorne, que coordenaram a construção do Ligo na década de 1990. 

Em 2016 e em 2017, as ondas gravitacionais foram detectadas mais quatro vezes. Mas, em todas elas, as ondas haviam sido produzidas pela fusão de buracos negros, que não produzem nenhuma luz, tornando o fenômeno completamente invisível para os telescópios ópticos. Desta vez, como se tratava da colisão de estrelas de nêutrons, os cientistas conseguiram não apenas "ouvir", mas também enxergar a violenta trombada dos corpos que produziram as ondulações no espaço tempo.


A colisão de duas estrelas de nêutrons produziu muita luz e ondas gravitacionais: à esquerda, a distorção do espaço-tempo produzida pela colisão e, à direita, a visualização da matéria contida nas estrelas. Foto: Karan Jani / Georgia Tech

A sequência extraordinária de eventos observada pelos cientistas começou com os dois detectores gêmeos do Ligo - localizados na Loisiana e em Washington, nos Estados Unidos. No dia 17 de agosto de 2017, eles capturaram os tremores no espaço-tempo produzidos pela fusão das duas estrelas de nêutrons a 130 milhões de anos-luz da Terra. 

Inicialmente separadas por 320 quilômetros, as duas estrelas - cada uma delas um pouco mais pesada que o Sol - giravam uma em volta da outra 30 vezes por segundo. Rapidamente, elas se aproximaram, acelerando a órbita a 2 mil voltas por segundo. A vibração das ondas gravitacionais produzidas no momento da fusão durou cerca de 100 segundos.

Dois segundos depois, o telescópio Fermi, da Nasa, captou uma intensa explosão de raios gama, emitidos a partir dos polos do novo corpo celeste que se formava com o monumental impacto da colisão. Um alerta foi acionado para astrônomos de vários lugares do mundo. Em algumas horas, mais de 70 telescópios - na Terra e no espaço - estavam observando o brilho da explosão. 

O impacto foi tão intenso que perturbou a geometria do espaço-tempo, produzindo ondas gravitacionais que puderam ser detectadas na Terra. Ao mesmo tempo, a fusão lançou ao espaço uma torrente de raios gama e uma explosão luminosa um bilhão de vezes mais brilhante que o Sol. 

Quando as estrelas de nêutrons colidiram, elas emitiram uma intensa explosão de raios gama e expeliram uma grande quantidade de materiais que, naquelas condições, se transformaram elementos pesados, como ouro, platina e urânio. 

Os cientistas já suspeitvam que as colisões de duas estrelas de nêutrons poderiam ser violentas o suficiente para criar os elementos mais pesados, mas não só agora esse tipo de fenômeno foi de fato observado e confirmado.

Participação brasileira. Um dos instrumentos utilizados na observação inédita do fenômeno é o telescópio robótico brasileiro T80-Sul, localizado no Chile. Inaugurado há seis meses e operado remotamente por 18 cientistas brasileiros de seis instituições, o telescópio de US$ 2,5 milhões foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Observatório Nacional (ON).

"Estamos muito satisfeitos com os frutos colhidos pelo projeto do telescópio T80-S, logo no início de seu funcionamento já fazendo parte desta descoberta histórica", disse a coordenadora do T80-Sul, Claudia Mendes de Oliveira, professora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). 

De acordo com Claudia, no dia 17 de agosto, após a captação das ondas gravitacionais e da explosão de raios gama, a equipe brasileira foi chamada para ajudar a localizar a fonte do fenômeno. "Foi um esforço internacional com mais de 70 observatórios olhando para o mesmo evento. Nós conseguimos medir a taxa extremamente rápida de diminuição do brilho [das estrelas de nêutrons]", afirmou Claudia.

Segundo ela, a descoberta é histórica não apenas pela natureza dos objetos observados, mas também porque ela dará aos cientistas informações sobre os processos de formação dos elementos químicos, porque acredita-se que esses processos de fusão de estrelas de nêutrons podem dar origem a mais de um terço dos elemento spesados existentes na tabela periódica.

"Há também a possiblidade de utilizar essas observações para poder medir a taxa de expansão do Universo local. Realmente é muito interessante e animador obter esses resultados - e estamos felizes porque esse telescópio robótico que está funcionando há apenas seis meses já faz parte desse momento histórico", afirmou.

O diretor do IAG, Pedro Dias, afirmou que ainda não se tem ideia da extensão dos impactos da nova descoberta, mas eles certamente não se limitarão à astronomia. 

"Por trás de todo o processo que levou a essa descoberta há um desenvolvimento tecnológico que vai se reverter em impactos em várias áreas, incluindo as ciências da saúde e a medicina. Essa descoberta mostra a importância da colaboração científica internacional", disse Dias.


A Faixa de Buracos

São milhares e milhares de buracos feitos na encosta de um monte num vale perto da cidade de Pisco, no Peru chamado Cajamarquilla.
 
Os pesquisadores tinham conhecimento dos buracos já há algum tempo, mas a sua verdadeira dimensão era desconhecida até eles usarem imagens de satélite para mapear a área.


A maioria dos buracos varia em profundidade entre 1,8 e 2,1 metros. Outros são simplesmente depressões rasas na rocha.
 


Os pesquisadores especulam que poderiam ter sido utilizados para armazenar grãos e outros alimentos. Ou talvez fossem câmaras funerárias. No entanto, nenhuma evidência de fragmentos de ossos ou de alimentos foi encontrada no interior dos buracos.


Esses buracos é como se fosse uma impressão de veiculo, tipo uma máquina, trator, ou robô que passou por ali há muito tempo atrás. Não há exatamente uma datação especifica que conte a idade dessas impressões, mas certamente tem milhares de anos. São tão antigos quanto as Linhas de Nazca, e foram alvos de veneração pela população local (aliás ainda é alvo de veneração). Todos os buracos são exatamente do mesmo tamanho, com a mesma profundidade, variando pouco. É realmente como se fosse impressões feitas por esteiras de um trator, ou veiculo parecido que passou por ali.


A distância é mínima: poucas centenas de metros entre a Band of Holes e as supostas ruínas. Mas, por enquanto, isso é tudo o que pode ser dito acerca destes misteriosos lugares.

A Band of Holes é visível nas mapas de Google Earth, mas a resolução é melhor nos mapas da Microsoft, no portal Bing. Em ambos os casos, as coordenadas são as seguintes:
de 13° 42′ 59.9″ S, 75° 52′ 28.46″ W para 13° 42′ 20″ S, 75° 52′ 28.46″ W
Universo Inteligente © 2014